segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Tributo a Grand Funk Railroad é destaque no Capital do Rock de quarta (8)

Um grande clássico dos anos 70 será homenageado nesta quarta-feira (8) no projeto Capital do Rock. É a estreia da banda QC Funk, formada por Reynaldo Frota (voz, teclado e guitarra), Pedro Diux Ronan (voz e bateria) e Carlos Beleza (voz e baixo), que vai homenagear o Grand Funk Railroad. Nas picapes, DJ Maraskin, com o melhor do rock’n’roll.

Mulheres COM NOME NA LISTA entram DE GRAÇA até 22h.

Grand Funk Railroad

O grupo Grand Funk Railroad nasceu em 1964, na cidade de Flint, Michigan, Estados Unidos, quando quatro amigos se juntaram para formar uma banda. Seu nome original era Jazzmasters e não tocavam jazz como o nome sugere, "mestres do Jazz", mas faziam um rock'n roll tão alto quanto seus amplificadores podiam suportar. Era formado por: Mark Farner, guitarra e vocal; Don Brewer, bateria e vocal; Craig Frost, órgão e piano e Don Lester baixo elétrico.

Tocavam em clubes e escolas da cidade, até que em 1967, Terry Knight, um rapaz de 20 anos, um ano mais velho do que os músicos do "Jazzmasters", assistiu a apresentação daquela noite. Knight era mais maduro e ambicioso, um visionário, já teve seu próprio programa na rádio local, tinha trabalhado em uma emissora em Detroit e nesta noite de 67 ele, desempregado, estava decidido a se tornar vocalista de uma banda de rock. Da reunião entre Terry Knight X Jazzmasters, nasceu o "Terry Knight & The Pack".

"The Pack" era a união dos esforçados rapazes do "Jazzmasters" com as propostas do ex disk-jockey Terry Knight. Knight fez grandes planos com Mark Farner e o restante do grupo, mas só conseguiu um tímido contrato de gravação para a etiqueta "Cameo/Parkway", do serviço local, embora já tivessem lançado artistas de peso como Chubby Cheker e Dee Dee Sharp, entre outros. Na visão de Knight, o som do grupo seguia aproximadamente o estilo dos "Rolling Stones", embora sóbrios e fez sucesso na região chegando a cidade de Detroit, que tem certa tradição em rock.

No início de 1968 o "Pack" e Knight se separam e seguem cada um, seu próprio caminho. O "Pack" retorna aos shows em clubes, boates e colégios e Knight tenta uma carreira solo como cantor romântico, estilo Donovan, mas nenhum deles decolou. Pack e Knight se reencontram no final de 1968 e, na versão de Knight, foi Don Brewer que escreveu para ele em Detroit, solicitando novamente a sua ajuda porque os rapazes do "Pack" estariam passando fome, quase a ponto do grupo se dissolver. Aliás, já tinham perdido dois dos seus integrantes. Mas o grupo diz em sua versão que Knight, após perceber que não levava jeito mesmo como cantor, tentou arrumar emprego em rádios e gravadoras e como não conseguiu, voltou a procurar o pessoal do "Pack" em Cape Cod. É provável que as duas versões sejam a expressão da verdade, pois nesta altura, do "Pack" havia sobrado apenas Mark Farner e Don Brewer e enquanto este procurava um novo baixista, Knight corria para tentar um novo e salvador contrato para o grupo.

Desta vez foram bem sucedidos, o baixista era um antigo amigo de Don, Mel Schacher, ex integrante de uma banda chamada Question Mark & The Misterians, que fez sucesso com 96 Tears, e o contrato foi com a gravadora Capitol, por apenas seis meses. O grupo agora é um trio e tinha novo nome, Grand Funk Railroad, inspirada na estrada de ferro Grand Trunk Western, da cidade de Flint. Há quem diga que o contrato se deveu as estratégias de Knight, que envolveram a influência de conhecidos seus, como a modelo Twiggy e o seu namorado Justin de Villeneuve, junto aos executivos da Gravadora Apple. Embora a versão oficial do grupo é que tudo se deu a partir de uma revisão de posição da Capitol, que resolvera dar uma segunda chance aos ex integrantes antigo "Pack", que já havia gravado lá e não fora bem sucedido. Com novo nome, Grand Funk Railroad e com Terry Knight empresariando, conseguiram este novo contrato e Terry desistiu de ser cantor, mas tornou-se o empresário e produtor do grupo a partir de 1969, um bom ano para os novos grupos de rock.

Dois fatores foram claramente favoráveis ao sucesso do Grand Funk Railroad, são eles sua participação no Festival de Altamont e, em termos de mercado musical, a separação dos Beatles, que acabou gerando novas oportunidades nas gravadoras que estavam sequiosas em investir nas bandas promissoras, pois haviam testemunhado níveis nunca antes alcançados de lucro com os Beatles.

Até 17h do dia do evento
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O Capital do Rock está em seu quinto ano de sucesso de público e crítica. O projeto, realizado pela Homem da Marreta Produções, acontece toda quarta-feira, a partir das 21h, na Stadt Bier Cervejaria, e visa resgatar a vertente do rock’n’roll de Brasília – grande sucesso e repercussão nacional nos anos 80 e 90. Os shows começam sempre por volta das 23h, ao final do 1º tempo dos jogos de futebol das quartas.

*PREÇOS do CAPITAL DO ROCK*
Com nome na lista (até 22h): GRÁTIS (mulheres) e R$ 15 (homens)
Sem nome na lista ou após 22h: R$ 15 (mulheres) e R$ 21 (homens)


Confira a agenda completa das QUARTAS:
08/10: QC Funk, com tributo a Grand Funk Railroad
15/10: Celebration Band, com tributo a Led Zeppelin
22/10: Trio TRU, com tributo a Jimi Hendrix
29/10: AsTiaVéia, com tributo a Ramones e Raimundos

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